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Ficha IPMA: Sardinha – Sardina pilchardus

Instituto Portugues do Mar e Atmosfera - Homepage

sardina-pilchardus-foto

 

Ficha técnica sobre sardinha no site do IPMA, com dados sobre a sua identificação, biologia, distribuição e habitat, pesca, projectos e outras informações.

 

aceder aqui

imagens

 

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Bruxelas não proíbe pesca de sardinha mas quer que Portugal veja situação com seriedade

A Comissão Europeia não proíbe a pesca da sardinha, mas recomenda às autoridades portuguesas que encarem com seriedade as quebras nos ‘stocks’ da espécie devidas à sobrepesca e ao aumento da poluição, disse um porta-voz à Lusa.

 

“O facto é que as práticas de sobrepesca e o aumento da poluição levam a um empobrecimento nas unidades populacionais” (‘stocks’)”, acrescentou o porta-voz.

A mesma fonte reiterou que Bruxelas está consciente da importância socioeconómica e cultural das sardinha em Portugal, razão pela qual “está muito preocupada com o estado potencialmente precário da pesca de sardinha ibérica”, salientando que “as autoridades têm que levar isto muito a sério”.

“Bruxelas não proíbe a pesca de sardinha, aconselha os Estados-membros com base em pareceres científicos independentes do conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES)”, lembrou à Lusa o porta-voz da Comissão Europeia.

Portugal e Espanha, explicou, irão tomar decisões sobre as capturas de sardinha nos próximos meses, e o comissário europeu para as Pescas, Karmenu Vella, irá analisar o perecer do ICES e trabalhar com Lisboa e Madrid para se encontrar uma resposta, “nomeadamente através do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas e os 506 milhões de euros do Programa Operacional para Portugal 2014-2020″.

A pesca da sardinha deverá ser proibida em 2018 em Portugal e Espanha, face à redução acentuada do ‘stock’ na última década, refere o parecer divulgado na sexta-feira.

“Deve haver zero capturas em 2018″, recomenda o ICES, entidade científica consultada pela Comissão Europeia para dar parecer sobre as possibilidades de pesca, com base nos seus estudos dos ‘stocks’.

Esta recomendação já foi contestada pelo Governo e pelo setor das pescas.

 

fontes:

Sapo24, 21.10.2017

Jornal de Negócios, 21.10.2017

DGRM – Fecho da pesca da sardinha com arte de cerco

Logotipo DGRM

Foi publicado o Despacho DG/58/2017, de 20 de outubro, que interdita a captura, manutenção a bordo e descarga de sardinha (Sardina pilchardus), com arte de cerco, na divisão e IX do CIEM, a partir das 00:00 horas de 25 de outubro de 2017.

 

fonte: DGRM, 20.10.2017

“É inaceitável e é um insulto a redução de captura de sardinha”

A Associação Nacional das Organizações da Pesca do Cerco classificam a recomendação do Conselho Internacional para a Exploração do Mar para o fim da pesca de sardinha como um inaceitável e um insulto.

 

Humberto Jorge da associação lembra que nos últimos anos já houve uma redução e atualmente já se nota um aumento da quantidade de sardinha disponível no mar.

Razão pela qual, Humberto Jorge, não compreende esta recomendação.

Este ano Portugal teve autorização para pescar pouco mais de 13 mil toneladas de sardinha.

Daqui a dias, os barcos deixam de ir ao mar e só voltam no próximo ano, caso a pesca seja autorizada.

 

fonte e audio: Antena 1, 20.10.2017

Nota sobre pesca da sardinha enviada à Imprensa – 20/Out/2017

Ver aqui: NI 20Out2017

Sector da sardinha diz que parecer científico é um “insulto” aos sacrifícios dos pescadores

A recomendação científica de suspender por completo a pesca da sardinha em 2018 “é um insulto aos sacrifícios que os pescadores fizeram para melhorar o ‘stock'” defendeu hoje a Associação das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco.

A recomendação do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES), hoje divulgada, “é radical e é um insulto a todos os pescadores portugueses que, nos últimos quatro anos, têm realizado grandes sacrifícios para assegurar a melhoria do estado do ‘stock’ da sardinha em portuguesas”, afirmou o presidente da associação, Humberto Jorge, à agência Lusa.

Segundo a Associação das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco (ANOP Cerco), a recomendação do ICES não tem em conta os dados de aumento do recurso nos últimos dois anos e “está em total contradição com a percepção dos pescadores de que a abundância de sardinha nas nossas águas é muito mais significativa que a que observaram nos últimos anos”.

Perante as várias hipóteses de captura até 24.650 toneladas apontadas pelo ICES, a associação representativa da frota do cerco está disponível para vir a “encontrar uma solução que não comprometa os recursos, mas sem levar à letra a recomendação de pesca zero”.

“Acreditamos que até às quase 25 mil toneladas o recurso continua a crescer 4,5%, o que não nos parece mal”, justificou Humberto Jorge.

O presidente da ANOP Cerco pediu à ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e ao secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, “que se empenhem” nas negociações com Espanha para encontrarem um limite de capturas para 2018 que permita pescar sardinha.

O parecer do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES) hoje divulgado refere que a pesca da sardinha deverá ser proibida em 2018 em Portugal e Espanha, que dividem a quota, face à redução acentuada do ‘stock’ na última década.

“Deve haver zero capturas em 2018”, recomenda o ICES, entidade científica consultada pela Comissão Europeia para dar parecer sobre as possibilidades de pesca, com base nos seus estudos dos ‘stocks’.

Segundo aquele organismo, o ‘stock’ de sardinha tem vindo a decrescer, assim como as recomendações do ICES, que em 2006 eram de 106 mil toneladas e passaram para 22 mil em 2016.

Contudo, aponta para vários cenários de capturas, estabelecendo como limite 24.650 toneladas.

O Conselho Internacional para a Exploração do Mar reconhece que a avaliação do desenvolvimento do ‘stock’ “é ligeiramente mais pessimista” do que as anteriores, pela estimativa de decréscimo.

 

Por um lado, sustenta, tanto o recrutamento, como a biomassa existente atingem o “nível histórico mais baixo”, motivo pelo qual Portugal e Espanha, no plano de gestão do ‘stock’, deverão ir além de uma “gestão precaucionária” e constatar que os recursos estão abaixo do Rendimento Máximo Sustentável (MSY).

Em 2016, Portugal e Espanha fixaram em 23 mil toneladas o limite de capturas anual, 17 mil das quais para a Espanha.

Portugal adoptou um modelo de gestão da pesca de sardinha participado pelo sector, com uma comissão de acompanhamento com pescadores, cientistas, industriais de conservas, comerciantes, representantes sindicais e Organizações Não Governamentais (ONG), além de ser concertado com Espanha.

As medidas de gestão incluíram limites de captura diários, mensais e semestrais e períodos alargados de defeso.

Em paralelo, o Governo decidiu reforçar as campanhas científicas desenvolvidas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), destinadas a recolher informação sobre o estado dos ‘stocks’.

fonte: Jornal de Negócios, 20.10.2017

 

Pesca da sardinha. Captura zero em 2018? “É um insulto”, dizem os pescadores

O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES) insiste na tese da captura zero de sardinha para 2018. Mas, admite outros cenários

 

O Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES), insiste: a melhor opção para 2018 é não haver pesca da sardinha no espaço ibérico. Mas, o parecer do ICES lida com outros cenários, admitindo no limite um nível de captura superior ao de 2017.

Há três meses, o organismo científico que aconselha a Comissão Europeia, defendera a suspensão da pesca de sardinha por 15 anos para que o stock regresse a níveis aceitáveis.

Com a recomendação do ICES para 2018, o ambiente volta a ficar em brasa. A Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca de Cerco (ANOPCERCO) reagiu esta sexta-feira classificando a posição do ICES de “verdadeiro insulto a todos os pescadores portugueses” que nos últimos anos, “realizaram grandes sacrifícios para assegurar a melhoria do estado do stock de sardinha”. A associação diz que a sardinha é um bem abundante e não escasso.

HÁ SARDINHA EM ABUNDÂNCIA

A recomendação de captura zero para 2018 é insultuosa porque “está em total contradição com o orgulho e a satisfação que os mestres das embarcações da pesca de cerco” que lidam com uma realidade de “abundância de sardinha nas nossas águas, muito mais significativa do que que a que observaram nos últimos anos”.

Esta semana, os pescadores atingiram o limite de captura permitido para 2017 pelo que só podem regressar à faina em 2018.

A frota com arte de cerco é responsável pela quase totalidade da captura de sardinha (97,6%), concentrada entre os meses de maio a setembro.

CINCO CENÁRIOS

O ICES apresenta uma tabela com cinco cenários para 2018, dependente do acréscimo de biomassa que se pretende. A opção zero permitiria um reforço de 12% da biomassa. Nos outros cenários, o ICES admite capturas entre 4 259 até 24 650 toneladas. Em 2017, o limite foi de 23 mil toneladas.

Todas as hipóteses referidas pelo ICES “asseguram uma variação positiva da biomassa disponível de sardinha com idade superior a um ano”, verifica a ANOPCERCO.

A associação confia que “no quadro das opções apresentadas pelo ICES” se construam soluções para o ano de 2018 que “reconheçam os esforços desenvolvidos pelos pescadores” e traduzam os sinais “francamente positivos no stock de sardinha, evidenciados nos cinco meses de atividade de 2017”.

A avaliação que a ANOPCERCO fizera do relatório divulgado pelo ICES era encorajadora e positiva nos principais parâmetros. A biomassa disponível com um ou mais anos de idade, a estratificação de sardinhas por grupos de idade e a mortalidade por pesca “evidenciam melhorias relevantes no estado do stock de sardinha nas águas ibéricas”, nota a organização.

 

fonte: Expresso, 20.10.2017

Resposta a quota zero de sardinha é ibérica

O Conselho Internacional para a Exploração do Mar divulgou um parecer no qual recomenda à Comissão Europeia que exista captura zero de sardinha em 2018.

A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, já reagiu a esta parecer e diz que vai propor a Bruxelas, em conjunto com Espanha, uma série de propostas, entre elas a repovoação da espécie em risco.

No entanto, a ministra não expressou se vai ou não haver redução da quota nacional de captura de sardinha.

fonte e audio: Antena 1, 20.10.2017

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