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Ficha IPMA: Sardinha – Sardina pilchardus

Instituto Portugues do Mar e Atmosfera - Homepage

sardina-pilchardus-foto

 

Ficha técnica sobre sardinha no site do IPMA, com dados sobre a sua identificação, biologia, distribuição e habitat, pesca, projectos e outras informações.

 

aceder aqui

imagens

 

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Pesca da Sardinha adiada até 21 de Maio

BarlaventoOuvido pelo «barlavento», Miguel Cardoso, dirigente da Olhãopesca – Organização de Produtores de Pescado do Algarve diz que o despacho do secretário de Estado das Pescas José Apolinário, de 30 de abril, «foi alvo de consulta e de trabalho conjunto entre a tutela, o sector e a comissão de acompanhamento da pesca da sardinha». A data não surpreende, embora a medida «não é totalmente do nosso agrado. Contestamos o facto de não estar explanada a melhoria de stock verificada no cruzeiro (científico do IPMA) realizado em dezembro. Nessa pesquisa evidenciou-se uma recuperação considerável» da sardinha classificada como T4 pela frota de cerco.

É que este ano, depois dos alertas de escassez, Portugal e Espanha comprometeram-se perante a União Europeia a descarregar um máximo de 7300 toneladas até ao final de julho, dos quais 4855 toneladas são atribuídas à frota portuguesa. «É uma grande redução em comparação a igual período do ano passado».

E o dilema dos pescadores complica-se ainda mais. Além da quota apertada para gerir, neste momento, não ainda compensa pescar sardinha. «Não está gorda o suficiente para ser apetecível ao consumo em fresco», destino que lhe confere maior valor em lota, e logo, maior rentabilidade. Iria para a indústria conserveira, «vendida abaixo de um euro» e portanto seria «um grande erro» iniciar já a safra. Adiá-la para o fim de maio, acaba por ser um mal necessário. Mas na prática «significa o alargar do sacrifício que temos vindo a fazer. A maioria dos barcos estão parados, outros dirigem a atividade ao carapau, à cavala e ao biqueirão. O problema é que as espécies alternativas são escassas ou não têm tamanho comercial».

Segundo o dirigente da Olhãopesca, já decorre a campanha da primavera do IPMA que deverá confirmar «as evidências» da anterior. «Ansiamos pelos resultados. Se confirmarem a recuperação do recurso, haverá a possibilidade de uma reavaliação da quota para o período de agosto em diante», o que poderá trazer alguma esperança aos armadores.

 

fonte: Barlavento, 03.05.2018

Pescadores dizem que voltou a haver mais sardinha no mar

Os pescadores estão de acordo com a interdição de pesca da sardinha, mas pedem mais quota, tendo em conta a quantidade de sardinha existente no mar.

 De acordo com o presidente da Associação Nacional do Produtores de Pesca do Cerco, Humberto Jorge, os pareceres científicos feitos no final de 2017 indicam que há mais abundância do recurso marítimo de sardinha e pedem uma revisão da cota atual.
fonte e audio: Antena 1, 30.04.2018
artigo relacionado:
“Governo estende interdição de pesca de sardinha por mais três semanas”

A proibição em Portugal para a pesca de sardinha, deveria terminar esta sexta-feira, mas o Governo decidiu estender a interdição por mais três semanas.

 Ouvido pela Antena 1, o secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, explica que esta opção foi tomada em conjunto com os pescadores.

Este prolongamento de interdição por mais três semanas, é justificado como um recurso de “interesse estratégico” e que é preciso garantir, a longo prazo, a sustentabilidade ambiental, económica e social da pesca.
Os pescadores estão de acordo com novo prazo, mas pedem mais quota, tendo em conta a quantidade de sardinha existente no mar, afirmam.

fonte e audio: Antena 1, 30.04.2018

Proibição da pesca da sardinha alargada até 20 de maio

Logo Rádio ComercialA Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco não fica totalmente supreendida.

A pesca da sardinha ia deixar de ser proibida hoje mas o governo alargou a interdição até 20 de Maio. Um despacho do secretário de Estado das pescas, publicado esta segunda-feira em Diário da República, estende a proibição para “assegurar a gestão da quota até julho, assim como a protecção dos juvenis ajustando as quantidades de sardinha classificada como T4 pela frota de cerco”. Para além da pesca da sardinha até 20 de maio, e nos feriados, a captura com a arte de cerco fica limitada entre 21 de maio e 31 de julho a 4855 toneladas.

O presidente da Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco? (Anopcerco), Humberto Jorge, diz que a nova agenda de captura não afeta os planos dos pescadores. “O sector sabia que, perante as possibilidades de pesca definidas para 2018, a única alternativa era adiar a pesca para em Junho e Julho, para que pudéssemos abastecer o mercado de acordo com a procura e a valorização que acontece habitualmente nestes meses”.

Humberto Jorge ainda pede para que sejam revistos, em alta, os limites de pesca de sardinha para este ano. “O descontentamento que manifestados é que o despacho não faz reparo ao aumento significativo da biomassa. O cruzeiro científico do IPMA em Dezembro de 2017 confirmou o aumento de mais de 100% da biomassa adulta na costa portuguesa”.

 

fonte: Rádio Comercial, 30.04.2018

Pesca da sardinha está proibida até 20 de maio

Resultado de imagemInterdição foi alargada e vai estar condicionada até ao final de julho. O despacho do secretário de Estado das Pescas foi publicado nesta segunda-feira em Diário da República, no mesmo dia em que deveriam ser levantadas as limitações à pesca da sardinha.

 

fonte e vídeo: TVI24, 30.04.2018

Pescadores dizem que novas limitações à pesca da sardinha resultam da diminuição da quota

O presidente da Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca (ANOP) do Cerco, disse hoje à Lusa que as novas limitações impostas à pesca da sardinha resultam da diminuição da quota e lamentou a falta de apoios.

“Esta alternativa é a única forma de assegurarmos que, durante os meses de junho e julho, não vai faltar sardinha para o consumo em fresco, numa época bastante importante. É uma consequência quase que imposta pela diminuição das possibilidades de pesca até 31 de julho. Foi a alternativa encontrada e tem uma certa lógica, o que não quer dizer que concordamos com ela”, disse Humberto Jorge, em declarações à Lusa.

No entanto, o responsável discorda que continuem a ser exigidos sacrifícios, numa altura em que “a abundância da sardinha é por demais evidente” na costa portuguesa.

“Houve um aumento significativo [de sardinha] na nossa costa, que tem sido confirmado não só pelos nossos profissionais, que estão no dia-a-dia no mar, mas também pelos cientistas, nomeadamente o IPMA [Instituto Português do Mar e da Atmosfera] que, no último cruzeiro científico de dezembro confirmou que a biomassa aumentou significativamente. Portanto, achamos que, com esta nova realidade, deviam ser alteradas as possibilidades de pesca para 2018 e não voltar a pedir sacrifícios ao setor”, apontou.

Humberto Jorge lamentou ainda que os pescadores só tenham recebido um mês de apoio, no valor de 900 euros, em cerca de seis meses de paragem.

“Não está previsto recebermos mais apoios. O que vai acontecer é que algumas embarcações já estão no mar, altamente condicionadas na sua atividade e consequentemente nos seus rendimentos, e vão tentar sobreviver. Ainda não sabemos, muito bem, é como [fazê-lo], vai tudo depender também das zonas, porque nalgumas existem outras espécies alternativas e noutras não”, concluiu.

A pesca da sardinha está proibida entre 1 e 20 de maio, e nos feriados, e limitada entre 21 de maio e 31 de julho, segundo um diploma publicado hoje, dia em que terminava a proibição de captura.

No diploma, que entra em vigor na terça-feira, o secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, interdita a captura, manutenção a bordo e descarga de sardinha, no período compreendido entre as 00 horas do dia 01 de maio e as 24 horas do dia 20 de maio de 2018, com qualquer arte de pesca, desde a Galiza ao Golfo de Cádis, a chamada zona 9 definida pelo Conselho Internacional para a Exploração do Mar (CIEM).

 

fontes:

RTP Notícias, 01.05.2018

Notícias ao Minuto, 01.05.2018

Proibição da pesca da sardinha inicia hoje um novo período até 20 de maio

Um novo período de proibição da pesca da sardinha começa hoje e prolonga-se até 20 de maio, e continuará limitada entre 21 de maio e 31 de julho, conforme diploma publicado na segunda-feira em Diário da República.

Num despacho publicado pelo secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, publicado no mesmo dia em que terminava a proibição de captura, o governante explica os motivos do executivo para prolongar a proibição de pesca de sardinha, em vigor desde 11 de janeiro, recordando os compromissos de limites de captura de Portugal e Espanha.

“Importa agora estabelecer as adequadas limitações de captura, que permitam assegurar a gestão da quota até julho, assim como a proteção dos juvenis, ajustando as quantidades de sardinha classificada como T4 pela frota de cerco, e implementando fechos em tempo real, medidas assumidas por ambos os países em sede de plano de recuperação”, lê-se no preâmbulo do despacho.

No diploma, o governante interdita a captura, manutenção a bordo e descarga de sardinha, no período compreendido entre as 00:00 do dia 01 de maio e as 24 horas do dia 20 de maio de 2018, com qualquer arte de pesca, desde a Galiza ao Golfo de Cádis, a chamada zona 9 definida pelo Conselho Internacional para a Exploração do Mar (CIEM).

Já no período compreendido entre as 00:00 do dia 21 de maio e as 24 horas do dia 31 de julho de 2018, “o limite de descargas de sardinha capturada com a arte de cerco é de 4.855 toneladas, a repartir […] entre o grupo de embarcações cujos armadores ou proprietários são membros de organizações de produtores (OP) reconhecidas para a sardinha e grupo de embarcações cujos armadores ou proprietários não são membros de OP reconhecidas para a sardinha, correspondendo a cada um dos grupos, respetivamente, 4.783 toneladas e 72 toneladas”, define o diploma.

Além destas limitações, também é interdita a captura, manutenção a bordo, descarga e venda de sardinha em “todos os dias de feriado nacional” e no dia 23 de maio, sendo também proibida a transferência de sardinha para lota diferente da correspondente ao porto de descarga, bem como, uma mesma embarcação descarregar em mais de um porto durante um período de 24 horas.

O diploma também esclarece que não é permitido, em cada dia, manter a bordo ou descarregar sardinha para além dos limites definidos (por exemplo, para as embarcações com comprimento de fora a fora inferior ou igual a nove metros é de 1,250 toneladas), mas nesse limite pode ser incluído um máximo de 450 kg de sardinha calibrada como T4, independentemente da existência de outras classes de tamanho.

A proibição de pesca até 21 maio e nos feriados, assim como as limitações de pesca nos meses seguintes podem vir ainda a ser alteradas pela Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM).

O encerramento da pesca pode ainda ser determinado por despacho do diretor-geral de Recursos Naturais, a publicitar na página da internet da DGRM, podendo estabelecer “um fecho em tempo real com o encerramento da pesca de cerco, numa área centrada no local das capturas, e por um período mínimo de 10 dias”.

Na segunda-feira, fonte oficial do Ministério do Mar disse à Lusa que a nova interdição foi acordada com o setor, por questões, entre outras, “ligadas à qualidade da sardinha”.

No mesmo dia, o presidente da Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca (ANOP) do Cerco disse à Lusa que as novas limitações resultam da diminuição da quota e lamentou a falta de apoios.

“Esta alternativa é a única forma de assegurarmos que, durante os meses de junho e julho, não vai faltar sardinha para o consumo em fresco, numa época bastante importante. É uma consequência quase que imposta pela diminuição das possibilidades de pesca até 31 de julho. Foi a alternativa encontrada e tem uma certa lógica, o que não quer dizer que concordamos com ela”, disse Humberto Jorge, em declarações à Lusa.

 

fontes:

Diário de Notícias, 01.05.2018

Porto Canal, 01.05.2018

Observador, 01.05.2018

 

artigos relacionados:

“Sardinha. Afinal, pesca continua a ser proibida até dia 20 de maio”, Jornal i, 01.05.2018

“Pescadores portugueses podem apanhar 4.885 toneladas de sardinha até 31 de julho”, Jornal Económico, 01.05.2018

“Pesca da sardinha continua proibida até 21 de Maio e limitada até 31 de Julho”, Público, 30.04.2018

Despacho n.º 4334-A/2018 – Estabelece limitações à captura de sardinha para o período entre 1 de maio e 31 de julho de 2018

Despacho n.º 4334-A/2018,  1º Suplemento, Série II de 2018-04-30

Fonte: DRE, 30.04.2018

Despacho em PDF

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